Diferencial — Sistemas legados

Seu sistema antigo ainda funciona. Não precisa jogar tudo fora.

A Decidi assume sistemas e software legado — VB6, Delphi, VB.NET, Windows Forms e ASP.NET Web Forms —, corrige problemas, melhora performance, integra funcionalidades novas e moderniza a operação de forma gradual. Sem reescrever tudo do zero e sem parar o que já roda.

Por que quase ninguém quer esse trabalho — e nós queremos

O mercado prefere projeto novo em tecnologia nova. Só que boa parte das empresas brasileiras roda sobre sistemas com 10, 15, 20 anos — que funcionam, guardam as regras do negócio e não podem simplesmente ser desligados. Conhecer as duas pontas — o legado (VB6, Windows Forms, ASP.NET) e o moderno (.NET atual, web, nuvem) — é justamente o que permite modernizar sem drama.

Como conduzimos a modernização

  • 1 · Assumir — entramos no código, mapeamos e documentamos o que existe. Sem julgamento do que encontramos.
  • 2 · Estabilizar — corrigimos os bugs que travam o dia a dia e criamos um ambiente seguro para mudar.
  • 3 · Integrar — o sistema antigo passa a conversar com o resto da operação via API, sem reescrever tudo.
  • 4 · Modernizar — migramos por partes para web e nuvem, começando pelo módulo que mais aperta. O legado convive com o novo até a transição terminar.

No blog, detalhamos o playbook completo para modernizar sem parar a operação e o caminho para levar um sistema desktop para a web.

Modernizar software legado sem reescrever o código do zero

É a pergunta que mais recebemos: "dá para modernizar sem jogar tudo fora?". Quase sempre dá — e é o caminho que recomendamos. Chamamos de padrão de estrangulamento (Strangler Fig, do Martin Fowler): o sistema antigo continua rodando, expomos suas regras de negócio via API e cada funcionalidade nova nasce em código moderno. Aos poucos, o legado vai sendo estrangulado pelas partes novas até que só sobre o que já foi substituído.

Isso resolve três problemas de uma vez: não interrompe a operação, não perde as regras que só existem no código antigo e gera valor a cada fase — em vez de esperar dois anos por uma reescrita "big bang" que, na prática, quase sempre atrasa e reintroduz bugs que o sistema antigo tinha resolvido silenciosamente. Quando a reconstrução total é de fato o melhor caminho (acontece), fazemos como um projeto de desenvolvimento sob medida — com o legado servindo de especificação viva.

Tecnologias e caminhos de migração

Cada tecnologia legada tem um caminho de saída próprio. Abaixo, o que assumimos e para onde costuma fazer sentido migrar:

  • VB6 → .NET moderno — manutenção, correções, interop COM e migração planejada para C#/.NET com convivência durante a transição. Detalhes em como migrar VB6 para .NET.
  • Delphi → .NET / nuvem — migração de sistemas Delphi (incluindo bancos Firebird/Interbase) para .NET rodando em Azure ou AWS, por partes. A lógica de negócio vira serviço; a interface Delphi é substituída aos poucos por web. Os caminhos possíveis, inclusive atualizar o próprio Delphi, estão em como modernizar um sistema Delphi.
  • VB.NET e Windows Forms — evolução, integração e modernização de interface. Caminhos possíveis: web (Blazor/Angular), desktop moderno (.NET MAUI) ou híbrido. Veja quando migrar WinForms e para onde.
  • ASP.NET Web Forms → ASP.NET Core / Blazor — manutenção e migração incremental, reaproveitando a lógica. Detalhado em Web Forms para Blazor.
  • FoxPro, Clipper e outros sistemas desktop antigos — avaliação caso a caso. Se a regra de negócio é rica e o sistema ainda sustenta a operação, migração por partes; se é fim de vida útil, avaliamos reconstrução seletiva.
  • Sistemas desktop → web/nuvem — o caminho geral para levar qualquer software desktop para o navegador, com o passo a passo em etapas.

Fazemos isso em produção — hoje

Não é teoria de consultoria. Além dos produtos que construímos do zero, a Decidi responde atualmente pela manutenção e evolução de um sistema corporativo de terceiros em produção: gestão do dia a dia, correções, implementação de novas funcionalidades, integrações e rotinas de processamento de arquivos em lote — incluindo agentes de IA acoplados ao sistema. Por confidencialidade, não citamos nomes de clientes aqui; numa conversa, explicamos como conduzimos esse trabalho.

Guias de modernização de sistemas legados

Reunimos aqui, por tecnologia e por decisão, o que a gente sabe na prática sobre tirar um sistema antigo do gargalo:

Dúvidas frequentes

Antes de você perguntar

Dá para modernizar um software legado sem reescrever o código do zero?
Sim, e quase sempre é o melhor caminho. Usamos o padrão de estrangulamento (Strangler Fig): o sistema antigo continua rodando, expomos as regras via API e substituímos módulo por módulo. Você não perde o que já funciona nem enfrenta uma reescrita "big bang" de anos.
Vale a pena modernizar um sistema em VB6?
Se ele ainda sustenta a operação, sim — e raramente é preciso reescrever tudo de uma vez. Estabilizamos o que existe, expomos os dados via API e migramos por partes, começando pelo que trava o negócio.
Vocês migram sistemas Delphi para .NET ou para a nuvem?
Sim. O caminho para Delphi é semelhante ao de VB6: estabilizar, expor a lógica de negócio via API, e migrar módulo a módulo para .NET moderno rodando em nuvem (Azure/AWS). Bancos Firebird/Interbase entram no mesmo plano — nada de troca big bang.
Como funciona a migração de um sistema legado por partes?
Quatro passos: (1) assumir e documentar o código atual, (2) estabilizar corrigindo o que trava a operação, (3) integrar o legado ao resto via API, (4) modernizar módulo a módulo para web e nuvem. Cada fase entrega valor sozinha e reduz risco.
Dá para modernizar sem parar a operação?
Sim — é a nossa regra. Migramos em etapas: o sistema antigo continua rodando enquanto cada módulo novo assume seu lugar, com convivência entre os dois durante a transição.
E se ninguém mais conhece o código do sistema?
É o cenário mais comum. Entramos no código, mapeamos e documentamos o que existe antes de mexer. Se parte do código-fonte se perdeu, avaliamos reconstrução seletiva a partir do comportamento do sistema.
Migrar um sistema desktop para web demora quanto?
Depende do tamanho e do acoplamento do sistema. Por isso a migração em etapas: cada fase tem escopo e prazo próprios, e o valor aparece durante o caminho — não só no fim.

Qual sistema segura a sua operação hoje?

Conte a idade, a tecnologia e o que trava. A gente responde com um diagnóstico honesto — inclusive se a resposta for "mantém como está".

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