Como trabalhamos
Um processo pensado para reduzir risco e entregar valor cedo
A maioria dos projetos de software falha por dois motivos: começa pela tela em vez do problema, e entrega tudo de uma vez lá no fim. Nós fazemos o contrário — começamos pelo que a sua operação realmente faz e entregamos em partes, para você ver, usar e corrigir o rumo desde cedo.
Em resumo
A Decidi desenvolve software em 8 etapas — descoberta, levantamento, arquitetura, desenvolvimento, testes, implantação, acompanhamento e evolução — com entregas contínuas em vez de um pacote único no fim, implantação gradual (sem big bang) e contato direto com quem escreve o código. Código, banco e documentação ficam com o cliente.
As 8 etapas, e o que muda em cada uma
1 · Descoberta
Antes de qualquer linha de código, entendemos o problema de negócio: o que dói, o que a empresa quer alcançar e como o sucesso será medido. Tecnologia é meio, não fim — essa conversa evita construir a coisa errada com perfeição.
2 · Levantamento
Mapeamos os processos reais, as regras (inclusive as exceções que só quem opera conhece), os dados e os sistemas que precisam conversar. É aqui que descobrimos o que o software de prateleira nunca vai atender.
3 · Arquitetura
Desenhamos a solução antes de construí-la: modelo de dados, integrações, segurança, e como vai aguentar crescer. Uma boa arquitetura é o que separa um sistema que escala de um que quebra no primeiro pico. Veja um exemplo na arquitetura do CoraLink.
4 · Desenvolvimento
Construímos em entregas contínuas, não num pacote único no fim. A cada ciclo você recebe algo funcionando para ver e usar — e a mesma engenharia sênior que conversa com você é quem escreve o código, sem intermediários.
5 · Testes
Cada entrega é validada contra as regras reais do negócio. Em projetos de modernização de legado, o sistema antigo vira o gabarito: o novo tem que produzir o mesmo resultado, inclusive nos casos que ninguém lembrava que existiam.
6 · Implantação
Colocamos em produção com cuidado e de forma gradual quando o risco pede — sem big bang, sem virar tudo num fim de semana. O objetivo é que a operação nem sinta o susto da troca.
7 · Acompanhamento
Depois de no ar, ficamos por perto: acompanhamos o uso, ajustamos o que a operação pedir e resolvemos o que aparece. O sistema tem que servir ao dia a dia real, não ao que imaginamos no início.
8 · Evolução
Software bom acompanha o negócio. Seguimos evoluindo o sistema conforme a empresa cresce — novas funções, novas integrações, novas automações — se e quando você quiser. Sem dependência forçada: o código é seu.
O que nos torna diferentes de uma software house genérica
- Você fala com quem constrói. Sem camada de gerente que repassa recado para um time que você nunca vê.
- Entregas contínuas, não promessa distante. Valor cedo e correção de rumo, em vez de meses no escuro.
- Sem big bang. Reduzimos risco entregando por partes — princípio que também guia a modernização sem parar a operação.
- O código é seu. Código, banco e documentação pertencem ao cliente.
- Engenharia sênior de ponta a ponta. Time enxuto e experiente — próximo o suficiente para ser ágil, sênior o suficiente para o complexo.
Se você está comparando fornecedores, vale ler também as 7 perguntas para escolher uma empresa de desenvolvimento. O resultado desse processo em projetos reais está nos cases, e o jeito como chegamos a um preço, em orçamento de software.
Dúvidas frequentes
Antes de começar
Quem escreve o código do meu projeto?
De quem fica o código no final?
Preciso ter todo o escopo definido antes de começar?
Vamos começar pela descoberta?
Traga o problema. A primeira conversa é um diagnóstico gratuito — e você já sai com uma noção clara do caminho.